quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Há coisas que têm de ser lidas



CARTA ENVIADA PELO CORONEL JOSÉ HENRIQUES AOS MEMBROS
DOS GRUPOS PARLAMENTARES


"Excelentíssimos e ilustríssimos membros dos Grupos Parlamentares com assento na Assembleia da Republica Portuguesa.



Eu, abaixo-assinado, Américo José Guimarães Fernandes Henriques, Coronel de Infantaria “Comando” na situação de Reforma, venho através desta carta mostrar a todas Vossas Excelências o quanto a vossa prestação ao serviço do Povo Português, de quem sois os mais legítimos representantes, me tem impressionado, comovido e motivado.



Operacional do 25 de Abril de 1974, conspirador no planeamento do Movimento das Forças Armadas (foi em minha casa que o então Major Otelo Saraiva de Carvalho fez a ultima reunião antes da Revolução) participante nas acções comandadas pelo então Major Jaime Neves, dei ao 25 de Abril o melhor de mim próprio, a minha alma de Português, Patriota e Militar, sem olhar ao risco da minha vida, da minha família e da minha carreira. Sabia a razão da minha revolta, abraçava com imensa fé a minha escolha e aceitava plenamente as consequências dos meus actos.



Conscientemente, arriscava tudo para poder devolver ao Povo Português o direito de decidir do seu destino, a par do direito de se pronunciar livremente sobre a continuação da nossa secular presença em Africa e da sua participação numa obra politica magnifica, que levasse, de uma forma pacifica e nobremente aceite, os mais ricos a serem um bocadinho menos ricos, para que os mais pobres fossem um “bocadão” menos pobres.



Passaram quarenta anos sobre aquelas duas horas da tarde do dia 24 de Abril de 1974, em que eu, então um jovem Tenente chegado de Moçambique, iniciei a minha participação no Movimento, enquadrado num pequeno grupo de Oficiais instrutores da Academia Militar, todos eles tão devotadamente empenhados naquela Missão Histórica quanto eu estava, todos eles tão romanticamente crentes como eu era, todos eles tão Portugueses e tão Patriotas quanto eu sou.



E passaram quarenta anos em que praticamente tudo aquilo que me levou a sonhar e a participar, a arriscar e a sofrer (fui preso no 11 de Março de 1975 como um perigoso fascista, tive a casa assaltada e a família roubada na reforma agrária, vi os meus tios e primos retornados de Africa… participei no 25 de Novembro) praticamente tudo, TUDO, miseravelmente traído, corrompido, destroçado, pela incompetência, pela leviandade, pela ausência de valores e pela maldade do bando de hipócritas e de salafrários a quem, inocentemente (mas nem todos…) abrimos as Portas de Portugal.



E passaram quarenta anos em que a Democracia Portuguesa evoluiu para a “partidocracia”, para aquela feira de vaidades manhosa e corrupta a que o Senhor D. Pedro V chamava (e bem!!!) “canalhocracia”, e onde o Poder Politico, sem perguntar NADA a NINGUÉM, nos foi metendo na “alhada” mais vertiginosa da nossa História, dessa mesma História que foi negada ao conhecimento de duas gerações de Portugueses por decisão desse mesmo Poder Politico, dessa mesma História que hoje vê Portugal tratado abaixo de cão, insultado na praça pública, devedor de chapéu na mão e ultrajado, miseravelmente ultrajado dentro da própria casa, por um bando de lacaios de uma potência estrangeira.



Excelentíssimos Senhores:



Ciente de que o meu grito de revolta vos vai passar alegremente ao lado, e de que a vossa preocupação constante na condução perfeita e justa dos destinos da Pátria Portuguesa não vos deixará um minuto sequer para meditar sobre a revolta deste Militar reformado que vos importuna o trabalho, apenas vos peço que anoteis na vossa agenda de assuntos marginais que um dos homens que arriscou a vida, a família e a carreira, para vos ter sentados nas cadeiras do Poder e nas bancadas do Parlamento, está muito zangado com todas Vossas Excelências, e só reza a Deus pelo dia em que (de forma pacifica é claro!!!!) veja Vossa Excelências pelas costas, e a prestar contas à Nação Portuguesa.



Atentamente e com a devida consideração

a) Américo José Guimarães Fernandes Henriques

Coronel de Infantaria (Comando) Reformado"

Skittles



Não sei defini-los, nem de que são feitos, mas adoro-os e nem sei bem porquê.
Até magoam um bocado a língua e deixam a boca colorida e numa tonelada de sabores que nem dão para distinguir muito bem. 
Não sei se é por terem algum componente de gelatina, mas deixam a saliva meio pastosa e peganhenta. 
Tinha todos os atributos para serem detestáveis, mas na verdade não são. São super bons!!!




https://www.movapes.net/wp-content/uploads/2014/03/skittles_095_.jpg

Não identificados



Não sei se fique de queixo caído ou se o deixe cair de riso.


Podia escrever um livro sobre esta temática, mas vou tentar o meu melhor para ser sucinta e objetiva:

Então a Rita Redshoes fotografou três pontinhos no céu e vai cair o carmo e a trindade se não for um OVNI com aliens lá dentro?


  1. Sabem o que é um OVNI? Não significa que seja uma nave espacial a fazer uma viagem intergalática com seres verdes a pilotar. Sabem disso, não sabem?
  2. O que é que vos leva a pensar que três pontos luminosos numa fotografia são extraterrestres e não apenas algo muito, muito estranho?
  3. Por que razão é que acreditam piamente que são os únicos seres inteligentes em todo o mundo ou toda a galáxia?

Prometo que não vou estender o tema, até porque vou guardar as minhas opiniões para as minhas conversas de café intermináveis, durante a madrugada, com o D., mas, na verdade, pensem lá um bocadinho sobre isto:

Conhecem a dimensão do infinito?
Sabem quando acaba?
Precisamente! Nunca. Porque é infinito.

Então, por que raio de motivo é que deviamos ser nós, uns seres tão pequeninos e tão limitados, únicos e exclusivos de vida e inteligência em todo este infinito desconhecido?
É montes de provável que não sejamos únicos.
E não se assustem!
Muito provavelmente os aliens já sabem que nós existimos e fartam-se de rir com estes "escândalos" de acharmos que todos os pontos luminosos no céu são naves espaciais. Ainda mais provável, é serem eles a ficarem chocados connosco, mais do que nós com eles.

Quando existir um mundo em que humanos e aliens (independentemente de quem é quem) se encontrarem, pensem nisso como uma aventura, uma viagem ou um semestre a fazer Erasmus. É mau no início, mas depois não querem voltar.

E deixem-se lá de andar à procura dos homenzinhos verdes.
Nunca ouviram dizer que as coisas aparecem quando menos se espera?



http://p3.publico.pt/sites/default/files/4_2013/foto_ribeira1.png

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Pequenas limitações



Apercebo-me perfeitamente da minha ignorância quando não acerto em nenhuma pergunta, em mais de 10 jogos, no Perguntados.

Para além de preocupante é alarmante!



http://www.jogosimpossiveis.com.br/app/webroot/files/uploads/blog/Perguntados_-_Jogos_Impossiveis.jpg

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Que Beat 14.0





"Sim eu sou o Speedy Gonzalez
E um ás na arte de guiar (de guiar)
E que elas se derretem
Só de me ver passar (ver passar)
E aí eu aceno e digo
Encontramo-nos no bar (nos no bar)
Sei que o álcool não me afeta
Só se tiver de soprar

Eu sou o maior
Também sei as operações de cor
É só mais um gin tónico
Um vermelho daltónico
E passo a abrir
Vejo uma passadeira
Mas já vou em terceira
E já não estou em mim
Tiro mais uma selfie
Uma mensagem com mel e...
Não dá estou a conduzir!

Vamos para a noite apanhas-me em casa?
Hoje vai ser até de madrugada
Não vou levar carro é cena arriscada
E vou estar em modo perigo na estrada
Não sejas menino e leva o bote
Já vamos gastar a entrada no spot
Tamos na guest queres mais o quê?
Vamos de táxi depois logo se vê

São 5 da manhã e querias levar carro para quê?
Bebe mais um copo e faz o que quiseres
Nem operações nem preocupações a ter
Não tenho de guiar a ver a estrada aos s
Vai de boleia ou táxi a meias
Não arrisques em brincadeiras
A tua vida vale mais
Do que carro e bebedeiras

Poupa a gota quando sais
Até te divertes mais
Queres ser o maior
Não guies quando sais

Eu sou o maior
Até sei as operações de cor
Só mais um gin tónico
Um vermelho daltónico
E passo a abrir
Vejo uma passadeira
Mas já estou em terceira
E já não estou em mim
Tiro mais uma selfie
Uma mensagem com mel e...
Não dá estou a conduzir!"

Alguém me faça parar de gostar desta música...

A família vai crescer



A minha prima D. vai ter um bebé e é um menino!
Vai nascer em breve (se é que já não nasceu).

E por que é que eu estou feliz?
Porque adoro crianças, adoro crianças da minha família e adoro que a família cresça.


Sê feliz, bebé*



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Irrita um bocado



Tenho andado um tanto ou quanto irritadiça nos últimos dias, algo que nunca me tinha acontecido na vida (pelo menos não nos últimos tempos).
Uma coisa que descobri que me tem irritado são as tão badaladas conversas de circunstância.
Por que é que as pessoas não falam logo de coisas importantes quando querem falar com alguém? Por que é que eu tenho de formalizar todo um discurso querido e engraçado quando encontro alguém na rua só para mostrar que me preocupo com ela? 
Não suporto falar do tempo só porque sim ou falar de qualquer outra coisa só porque sim. Não suporto conversas de circunstância porque são do mais forçado que existe.
Parem lá com essas conversas, só mostram que não temos nada de interessante para dizer uns aos outros ou, pior, que, na verdade, nem nos queremos falar, mas somos demasiado bem educados para o admitir.
Humanidade!



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Perdoa-me



O oitavo!

Não consegui perceber por que é que há um corte na história da Belle
Quer dizer, Sonhos Proibidos é o início, depois vem A Promessa, faz-se uma pausa para se falar de outra história com o Perdoa-me e volta-se à Belle, logo a seguir, com o És o Meu Destino?
Ai Lesley, estamos com um problema.

A Lesley Pearse ainda não tinha escrito uma história sobre a atualidade (vou considerar que os anos 90 são "a atualidade" uma vez que, normalmente, os livros se passam entre 1700, 1800 e 1920) e tenho a dizer que a escrita se deteriorou com a precariedade da atualidade.
É muito mais rica, a autora, quando escreve sobre tempos longínquos. Ou então sou eu que já conheço as manhas dela porque já é o oitavo livro que leio sem fazer pausas.

Aqui vai mais uma razão pela qual deixei o blog meio abandonado:
Quando estou a ler um livro, não vale a pena, não vejo mais nada à frente até o terminar!
E como já comecei a ler o És o Meu Destino, é provável que aconteça o mesmo nos próximos tempos ahahah :)


http://images.portoeditora.pt/getresourcesservlet/image?EBbDj3QnkSUjgBOkfaUbsI8xBp%2F033q5Xpv56y8baM4Ubnmm%2FdLLnJGCEHDuKLco&width=440


"O instante em que encontrou a mãe sem vida nunca se extinguirá da memória de Eva Patterson. Num bilhete, as suas últimas e enigmáticas palavras: Perdoa-me.
O mundo seguro de Eva ruiu naquele momento devastador. Mas o inesperado suicídio de Flora vai marcar apenas o início de uma sucessão de acontecimentos surpreendentes. No seu testamento, Flora deixa a Eva um estúdio em Londres. Este sítio é a primeira pista para o passado secreto de uma melhor que, Eva percebe agora, lhe é totalmente desconhecida.
No sótão do estúdio, a jovem encontra os diários e os quadros da mãe, provas de uma fulgurante carreira artística mantida em segredo. O que levou Flora a esconder tão fundo o seu passado? Ao aproximar-se da verdade, Eva descobre um crime tão chocante que a leva a questionar-se se alguma vez conseguirá, de facto, perdoar."

Para a Eva descobrir toda a sua história de vida, foi necessário que a Flora escrevesse uma quantidade de diários e de cartas a relatar os momentos mais importantes de forma catártica. E sabem o que eu descobri? Que posso fazer o mesmo com o meu blog. Quem sabe não será útil um dia?
Acho que toda a gente devia ter uma espécie de blog... mesmo que não tivesse publicações recorrentes, era ótimo para se livrarem de alguns fantasminhas brincalhões.
É claro que tinha de vir publicar algo do género. Sempre que leio alguma coisa sobre blogs, lembro-me que tenho um... é triste, não é?

Vamos por partes #4




  1. Os Serviços Académicos da minha faculdade continuam a surpreender pela negativa. E nem quero pensar que estou na iminência de perder um semestre... até se me revolvem as entranhas!
  2. Estou ansiosa por mudar para a nova casa... acho que já não me aguento por não estar contente de estar nesta. Mesmo assim, tenho um medo que me pelo de não me sentir bem na nova casa e ter de mudar outra vez. Acho que se isso acontecer, tenho um colapso nervoso!
  3. Tenho tanta coisa que quero partilhar aqui que nem sei como construir frases... o meu cérebro já não trabalhava muito bem, então sob um turbilhão de ideias melhor ainda. Sinto como se tivesse fumado uns quantos charros seguidos e tivesse super ativa. Sabem que mais? Adoro!



http://www.vidacomqualidade.com.br/wp-content/uploads/2011/07/brainandexercise.jpg

Vamos por partes #3



Sei lá eu se vou voltar a publicar no blog, com a tonelada de coisas que vão nesta minha cabeça, por isso é melhor dizer tudo agora.
Nas últimas semanas só penso em:

Não há nada neste semestre que eu goste!


https://catiaosorio.files.wordpress.com/2010/04/calvin_estudar.jpg