quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Ressurgir


"We Have Today, We Have the Right Now & We Can Hope for Tomorrow" 

Essa é que é a verdade, hoje vale por muito e temos de ser felizes todos os dias. Quem sabe amanhã não desaparecemos como que por magia...


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Pois Como



Eu como ...


Às colheres!

Sem água nem leite, só os flocos de cereais e a farinha, com uma colher bem grande...

Novidades linguísticas


Já por várias vezes referi cá em casa que podia perfeitamente ser "inventora de palavras", assim de profissão. Depois, quando tivesse filhos, era essa a designação que eles iriam escrever naquele espacinho das fichas da escola que perguntam: "profissão da mãe".
E deixem-me que vos diga que seria muitissimo bem sucedida nessa profissão.

Pois qual não é o meu espanto quando descubro duas novas palavras da língua portuguesa que eu nunca na vida imaginaria que pudessem ser mesmo de verdade:
  • Contristar
  • Questiúnculas
 Vou colocá-las em duas frases, que servirão de exemplo, para aqueles que, como eu, não faziam ideia da existência destas palavras:

"Não te contristes com essa notícia deveres horrorosa"/ "Só o fiz para que não te contristasses" (ou seja, contristar = ficar triste)

"São ridículas essas questiúnculas que me fazes" / "As tuas dúvidas mesquinhas e questiúnculas deixam-me envidraçada" (ou seja, questiúnculas = perguntas inúteis)

Contristar & questiúnculas são palavras que eu, definitivamente, vou passar a usar no meu quotidiano. 
Para quê simplificar as coisas quando podemos adornar o nosso discurso com tamanha terminologia?

Viva o Português e a minha ignorância!
VIVA!


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domingo, 2 de novembro de 2014

É nisto que o mundo se interessa...



... ou, pelo menos, Portugal.

Vou abster-me de deduções e induções sobre o caso, não me interessa especular de quem foi a culpa ou o que aconteceu naquele dia, naquele quarto. A questão - e o que os factos apuraram - é que Renato Seabra matou e mutilou Carlos Castro, nos Estados Unidos, em 2010.
Depois de tantas notícias, tantos mexericos, tanto fala para aqui-rola para ali, a história ainda tem contornos e dos pormenores pouco ou nada se sabe.
No entanto, o que é que Portugal deseja fazer para "honrar" este caso?
Dar o nome do Senhor Carlos Castro a uma rua.

Porquê? Porquê, senhores?
Carlos Castro era um cronista, assim como o Cláudio Ramos, a Cinha Jardim ou a Lili Caneças. O que fazem da vida é dizer cobras e lagartos sobre todas as celebridades em geral. 
O que é que ganham com isso? Podem fazer as barbaridades que quiserem porque, uma vez que trabalham todos juntos, o assunto nunca será mencionado.
Vamos dar o nome de todas as pessoas, que sejam celebridades em Portugal, ás nossas ruas?
Eu lamento que seja eu a dizer isto, mas vamos precisar de muitas auto-estradas com muitas ruas intermédias.

O que mais me choca é que se voltarmos com a nossa memória a 2010, o ano em que morreu o cronista, também averiguamos que morreram pessoas cujos nomes se declamam:
  • Saldanha Sanches
  • José Torres
  • Hernani Lopes
  • Carlos Pinto Coelho
  • Mariana Rey Monteiro
  • Rosa Lobato Faria
  • Matilde Rosa Araújo
  • Mário Bettencourt Resende
  • António Feio
  • Virgílio Teixeira
E o que é que se lhes fez?
Nada!
Se uma simples crónica num jornal, uma passagem numa revista e uma notícia no jornal da noite são suficientes para estes nomes, porque razão é que um equivalente recebe uma rua inteira?

Tenho dúvidas, pessoas, tenho muitas dúvidas...


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Tal e qual, senhor, é essa a expressão!

sábado, 1 de novembro de 2014

19.2



É a média de post que este blog recebe por mês ;)
Estamos a ficar mais ativos, e assim mesmo é que é!


http://www.each.usp.br/ambienteativo/imagem/logo3.png

É diferente...


... e verdadeiro!

Há amores grandes, em corpos pequeninos, que duram uma eternidade e começam tão rápido.
Há nomes que nos marcam, dezenas, meia centena, iguais, não usais e que nos enchem o peito de uma forma tão especial.
Há mãozinhas tão pequeninas, dedinhos tão fininhos, pesos e corações tão grandes, pensamentos tão crescidos e que nos fazem querer mais e mais.
Há sorrisos tão verdadeiros, tão genuinos, tão sinceros e que nos fazem rir também.
Há idosos que nos fazem querer ser melhores pessoas e
Há crianças que nos fazem querer viver mais.

 
Eduardo, Carolina, Gonçalo, Daniela, Guilherme, Matilde, Nuno, Salomé, Samuel, Bruna, Vitor Hugo, Mariana, Eduardo, Maria, Martim, Rita, Gabriel, Carlota, Duarte, Leonor, Ilio, Beatriz, Rodrigo, Matilde, Luis, Leonor, Gonçalo, Leticia, Tiago, Sofia, Isaac, Juliana, Tomás, Beatriz, Martim, Beatriz, Miguel, Madalena, Tomás, Filipa, Francisco, Beatriz, Gil, Diana, Tomé, Yasmin, João, Inês, Gabriel e Tiago,

A vossa Melhor Amiga regressa Sábado cheia de força ;)


http://lh3.ggpht.com/-hYYNB6Kn048/UHC1Jekx6cI/AAAAAAAAFeM/TfiPlZE6IBA/vetores-crianca-%25255B5%25255D.jpg?imgmax=800

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Que Beat 2.1





"I think I'm gonna lose my mind
Something deep inside me, I can't give up
I think I'm gonna lose my mind
I roll and I roll till I’m out of luck
Yeah, I roll and I roll till I’m out of luck

I'm feeling something deep inside
Hotter than a jet stream burning up
I got a feeling deep inside
It's taking, it's taking all I've got
Yeah, it's taking, it's taking all I've got

'Cause nobody knows you, baby, the way I do
And nobody loves you, baby, the way I do
It's been so long
It's been so long
Maybe you are fireproof
'Cause nobody saves me, baby, the way you do

I think I'm gonna win this time
Riding on the wind and I won't give up
I think I'm gonna win this time
I roll and I roll till I change my luck
Yeah, I roll and I roll till I change my luck

'Cause nobody knows you, baby, the way I do
And nobody loves you, baby, the way I do
It's been so long
It's been so long
You must be fireproof
'Cause nobody saves me, baby, the way you do

'Cause nobody knows you, baby, the way I do
And nobody loves you, baby, the way I do
It's been so long
It's been so long
Maybe we are fireproof
'Cause nobody saves me, baby, the way you do"

Alguém me faça parar de gostar desta música...

Felicidade Nacional



O que eu venho cá dizer hoje já não é novidade para ninguém, mas mesmo assim continua a existir incessantemente como se as pessoas - inocentes, pobres coitadas - dependessem disso.

Portugal é, efetivamente, um dos países menos felizes da Europa - senão do Mundo.

E eu acho - tenho a certeza - que um dos motivos para isto acontecer é o facto das pessoas perderem tanto tempo com o que lhes faz mal, porque têm prazer nisso, e haver tão pouco investimento no que lhes faz bem.
Que felicidade traz a alguém investir tempo e dinheiro numa coisa de que não se gosta?
E com isto refiro-me a aspetos culturais.
Por que razão hei-de perder tempo a ouvir uma música que eu não gosto, a ver vídeos sobre um cantor, um ator, uma banda que eu não gosto e depois disso tudo investir os meus esforços em abrir a caixa de comentários e escrever "és gay"?
Por que razão hei-de perder tempo a ler post num blog que eu não gosto, atualizar-me no facebook, twitter, instagram, tumblr, etc, etc, etc, de uma pessoa que não me faz feliz (para não dizer "que eu não gosto") e depois disso tudo investir os meus esforços em abrir a caixa de comentários e escrever "és um filho da tua mãe"?
Por que razão hei-de perder tempo a ver um filme que eu não gosto, a analisar uma loja que eu não gosto, a entrar num bar que eu não gosto, a ir a um café com alguém que não me faz feliz e depois disso tudo investir os meus esforços em dizer bem alto "és uma bosta"?
Por que razão é que eu hei-de investir a minha força, o meu tempo e o meu dinheiro em coisas que eu não gosto?

Mas se acham que isto é óbvio - como eu achava - então expliquem-me como é que em todos os vídeos do youtube, em todos os sites de filmes online, em todas as páginas web, se vêem e lêm comentários depreciativos?
Meus amores, se não gostam de alguma coisa online é simples: não vejam!
É que para além de ser estúpido ainda estão a dar dinheiro e fama às pessoas, filmes, músicas e tantas outras coisas, de que não gostam... qual é o sentido?
Se, em vez disso, parassem um bocado para pensar e vissem apenas aquilo de que gostam, talvez - talvez, digo eu, pura inocência - não precisavam de depreciar tanta coisa e não havia tanto efeito bola de neve.

E já que têm tanto tempo e energia para gastar naquilo de que não gostam: pensem um bocadinho na vossa atitude.


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terça-feira, 28 de outubro de 2014

Senhora Sebastião




"Sebastião come tudo, tudo, tudo
(...) "

Entendo perfeitamente a tua dor, Sebastião. Best Friends For Life!

I Know That Feeling



Não, querida mãe, não estou enérgica e eufórica porque acedi a tomar um café (se esse café fosse com o meu personal trainer a conversa mudava de tom, obviamente).
Sim, claro que sim, é óbvio que gosto que as pessoas gostem de mim. É bom sinal, é sinal que estou a fazer bem aos outros. Mas são pessoas no geral. Gosto que pessoas, no geral, gostem de mim. Quando o gostar de mim se particulariza no sexo masculino, a conversa muda. 
Toda a gente gosta de se sentir amada e desejada, é um facto, ninguém o nega. A questão é que há maneiras e maneiras de lidar com a coisa e eu não lido bem com a coisa, como tu bem sabes.
Gosto que gostem de mim, sim, mas não gosto quando o sentimento aumenta. Principalmente quando eu não posso, nem consigo, nem quero, retribuir. Porque esse sentimento dói!
Dói mais a eles do que a mim, é certo, mas quando é comigo dói até ao limiar do sustentável e, por isso, conheço bem a sensação.
Não, querida mãe, não faças filmes entre mim e toda a gente que não tenha mamas porque, pelo menos de momento, esses filmes vão ser apenas da tua cabeça. E que falta me faz que um deles se torne em realidade... é bem verdade! 


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAofFdVFCZulXv3rhkM_lCS9aqCbQoLAzyvj5lQSUfXlR8-x7R6yQVWRD8q4g67_b_RzG5nlk2zgU3Jq8w4h-0Zq1RDKe9v8n9q8YpyuCriqHo8LYNq60SuXKDi7jYkqPMw4TY0O9RzK0w/s1600/Where+is+the+love+1.jpg