sexta-feira, 3 de junho de 2011
Santarém !
Santarém, Santarém , Santarém *-*
Amanhã parto para Santarém às 8h30m para estrear no grande palco fora do conforto dos "nossos" palcos "Filhos de Assassinos" de Katori Hall .
Estou tão ansiosa !
Só espero que lá esteja calor como de costume :p
Santarém , Santarém, Santarém ... que saudades +.+
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Wishlist #4
" Madeleine desapareceu no dia 3 de maio de 2007 aos três anos de idade quando dormia num quarto do complexo turístico da Praia da Luz, pequeno balneário português onde seus pais passavam as férias.
Quatro anos após o desaparecimento de Madeleine McCann, sua mãe, Kate, publica um livro onde relata este "pesadelo sem fim" e "as visões horríveis" que teve sobre o paradeiro da filha, segundo trechos publicados pela imprensa britânica."
Quatro anos após o desaparecimento de Madeleine McCann, sua mãe, Kate, publica um livro onde relata este "pesadelo sem fim" e "as visões horríveis" que teve sobre o paradeiro da filha, segundo trechos publicados pela imprensa britânica."
Estou exactamente agora na aula de informática. Tenho um trabalho para avaliação para apresentar e não percebo grande coisa do Flash .
O meu fundo desapareceu e a única coisa que vou pôr no site é uma galeria de imagens com efeito de neve ... lá se vai o meu 20 x.x
Hoje ... comício do PS . Sócrates & Helena André , somewhere em Santa Maria da Feira .
Vou ver se tiro fotos e posto aqui :p
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Até já !
Só quero ver o pôr-do-sol como se se tratasse de um floco de neve completamente insignificante , totalmente sem interesse , simplesmente incontemplável . Tiraram-te do Mundo sem razão aparente, sem motivo de justificação, pelo menos nem um satisfatório.
A tua história comoveu todo o Mundo, entrou nos nossos corações e permaneceu . Porque todos nós, mais ou menos, te veremos como uma heroína. Porque todos nós, mais ou menos, te recordaremos. Porque todos nós, mais ou menos, sabemos quem foste e porque no fundo todos nós, mais ou menos, não te esqueceremos.
Recordaremos o teu sorriso como algo inquebrável, algo intocável, algo um tanto ou quanto impenetrável.
Mesmo não te conhecendo na totalidade, nem sequer parcialmente, nem uma pontinha do teu ser, marcaste a minha vida num momentinho que podia ter sido sagrado, tocaste o meu ser com a tua vida, partiste sem justificação, sem um adeus, sem sequer teres avisado.
Só desejo força a toda a gente que te amou verdadeiramente e te ama incondicionalmente e saberás certamente que te amarão eternamente.
Lamento tudo o que te aconteceu e agradeço-te por, apenas por alguns largos minutinhos, teres existido na vida de todos nós e particularmente de cada um.
Descansa em paz Ana Rita Lucas ...
Até já !
A tua história comoveu todo o Mundo, entrou nos nossos corações e permaneceu . Porque todos nós, mais ou menos, te veremos como uma heroína. Porque todos nós, mais ou menos, te recordaremos. Porque todos nós, mais ou menos, sabemos quem foste e porque no fundo todos nós, mais ou menos, não te esqueceremos.
Recordaremos o teu sorriso como algo inquebrável, algo intocável, algo um tanto ou quanto impenetrável.
Mesmo não te conhecendo na totalidade, nem sequer parcialmente, nem uma pontinha do teu ser, marcaste a minha vida num momentinho que podia ter sido sagrado, tocaste o meu ser com a tua vida, partiste sem justificação, sem um adeus, sem sequer teres avisado.
Só desejo força a toda a gente que te amou verdadeiramente e te ama incondicionalmente e saberás certamente que te amarão eternamente.
Lamento tudo o que te aconteceu e agradeço-te por, apenas por alguns largos minutinhos, teres existido na vida de todos nós e particularmente de cada um.
Descansa em paz Ana Rita Lucas ...
Até já !
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Wishlist #3
Cá está um livro que eu quero ler ... mais um :D
A verdade é que já o comecei e ainda não acabei o "Nunca me esqueças" mas como tinha de o ler para a escola para o apresentar num trabalho de Filosofia aproveitei para o ler agora e já.
Fiz então uma interrupção no "Nunca me esqueças" e comecei a ler "A Aparição"
O trabalho de Filosofia é já para apresentar na 3ª ou 4ª feira e eu ainda só vou na página 42 de 273 !
Aparição
"Sento-me aqui nesta sala vazia e relembro. Uma lua quente de verão entra pela varanda, ilumina uma jarra de flores sobre a mesa. Olho essa jarra, essas flores, e escuto o indicio de um rumor de vida, o sinal obscuro de uma memória de origem. No chão da velha casa a água da Lua fascina-me. Tento, há quantos anos, vencer a dureza dos dias, das ideias solidificadas, a espessura dos hábitos, que me constrange e tranquiliza. Tento descobrir a face última das coisas e ler aí a minha verdade perfeita. Mas tudo esquece tão cedo, tudo é tão cedo inacessível. Nesta casa enorme e deserta, nesta noite ofegante, neste silêncio de estalactites, a Lua sabe a minha voz primordial. Venho à varanda e debruço-me para a noite. Uma aragem quente banha-me a face, os cães ladram ao longe desde o escuro das quintas, fremem no ar os insectos nocturnos. Ah! O Sol ilude e reconforta. Esta cadeira em que me sento, a mesa, o cinzeiro de vidro, eram objectos inertes, dominados, todos revelados ás minhas mãos. Eis que os trespassa agora este fluido inicial e uma presença estremece na sua face de espectros... mas dizer isto é tão absurdo! Sinto, sinto nas vísceras a aparição fantástica das coisas, das ideias, de mim, e uma palavra que eu diga coalha-me logo em pedra. Nada mais há na vida do que o sentir original, aí onde mal se instalam as palavras, como cinturões de ferro, aonde não chega o comércio das ideias cunhadas que circulam, se guardam nas algibeiras. Eu te odeio, meu irmão das palavras que já sabes um vocábulo para este alarme de vísceras e dormes depois tranquilo e me apontas a cartilha onde tudo já vinha escrito... e eu te digo que nada estava ainda escrito, porque é novo e fugaz e invenção de cada hora o que nos vibra nos ossos e nos escorre de suor quando se ergue à nossa face."
Livro de Vergílio Ferreira que retrata o Existencialismo na primeira pessoa !
A verdade é que já o comecei e ainda não acabei o "Nunca me esqueças" mas como tinha de o ler para a escola para o apresentar num trabalho de Filosofia aproveitei para o ler agora e já.
Fiz então uma interrupção no "Nunca me esqueças" e comecei a ler "A Aparição"
O trabalho de Filosofia é já para apresentar na 3ª ou 4ª feira e eu ainda só vou na página 42 de 273 !
Aparição
"Sento-me aqui nesta sala vazia e relembro. Uma lua quente de verão entra pela varanda, ilumina uma jarra de flores sobre a mesa. Olho essa jarra, essas flores, e escuto o indicio de um rumor de vida, o sinal obscuro de uma memória de origem. No chão da velha casa a água da Lua fascina-me. Tento, há quantos anos, vencer a dureza dos dias, das ideias solidificadas, a espessura dos hábitos, que me constrange e tranquiliza. Tento descobrir a face última das coisas e ler aí a minha verdade perfeita. Mas tudo esquece tão cedo, tudo é tão cedo inacessível. Nesta casa enorme e deserta, nesta noite ofegante, neste silêncio de estalactites, a Lua sabe a minha voz primordial. Venho à varanda e debruço-me para a noite. Uma aragem quente banha-me a face, os cães ladram ao longe desde o escuro das quintas, fremem no ar os insectos nocturnos. Ah! O Sol ilude e reconforta. Esta cadeira em que me sento, a mesa, o cinzeiro de vidro, eram objectos inertes, dominados, todos revelados ás minhas mãos. Eis que os trespassa agora este fluido inicial e uma presença estremece na sua face de espectros... mas dizer isto é tão absurdo! Sinto, sinto nas vísceras a aparição fantástica das coisas, das ideias, de mim, e uma palavra que eu diga coalha-me logo em pedra. Nada mais há na vida do que o sentir original, aí onde mal se instalam as palavras, como cinturões de ferro, aonde não chega o comércio das ideias cunhadas que circulam, se guardam nas algibeiras. Eu te odeio, meu irmão das palavras que já sabes um vocábulo para este alarme de vísceras e dormes depois tranquilo e me apontas a cartilha onde tudo já vinha escrito... e eu te digo que nada estava ainda escrito, porque é novo e fugaz e invenção de cada hora o que nos vibra nos ossos e nos escorre de suor quando se ergue à nossa face."
Livro de Vergílio Ferreira que retrata o Existencialismo na primeira pessoa !
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Wishlist #2
Cá está o próximo livro que eu desejo ler .
Já o tenho e basta acabar o "Nunca me esqueças" e começo a lê-lo .
Tem cerca de 758 páginas, mais ou menos , e é super riquinho.
Também é da Lesley Pearse e é o 3º da Colecção .
"Procuro-te" é o primeiro e já o li :D
Cá esta: imagem e sinopse !
"Londres, 1842. Bastará uma boa acção para levar Matilda Jennings das ruelas lamacentas de Londres rumo às cintilantes luzes da América... Aquele podia ter sido um dia como tantos outros na vida de Matilda, uma pobre vendedora de flores. Mas aquele é o dia em que Matilda salva a vida de uma criança e recebe a mais preciosa das dádivas: a oportunidade de fugir da miséria e construir uma nova vida. Em breve trocará os bairros degradados de Londres pelos recantos misteriosos de Nova Iorque, as planícies do Oeste Selvagem e a febre do ouro em São Francisco. Munida apenas da sua coragem, beleza e inteligência, a jovem está apostada em ditar o seu destino, nem que para tal tenha de lutar contra tudo e todos. A sua rebeldia condena-a à solidão. Mas um dia também ela viverá as emoções de um verdadeiro amor. Um amor que terá de suportar a separação, a guerra e os tormentos do nascimento de uma nova nação. Será no Novo Mundo que Matilda vai aprender o que a sua infância não lhe ensinou: que todos nascem iguais, que a coragem e a generosidade são o que de mais nobre pulsa no coração humano, e que, por mais doloroso que seja, a vida tem de continuar e nunca se deve olhar para trás..."
Já o tenho e basta acabar o "Nunca me esqueças" e começo a lê-lo .
Tem cerca de 758 páginas, mais ou menos , e é super riquinho.
Também é da Lesley Pearse e é o 3º da Colecção .
"Procuro-te" é o primeiro e já o li :D
Cá esta: imagem e sinopse !
Segue o Coração
Não olhes para trás!"Londres, 1842. Bastará uma boa acção para levar Matilda Jennings das ruelas lamacentas de Londres rumo às cintilantes luzes da América... Aquele podia ter sido um dia como tantos outros na vida de Matilda, uma pobre vendedora de flores. Mas aquele é o dia em que Matilda salva a vida de uma criança e recebe a mais preciosa das dádivas: a oportunidade de fugir da miséria e construir uma nova vida. Em breve trocará os bairros degradados de Londres pelos recantos misteriosos de Nova Iorque, as planícies do Oeste Selvagem e a febre do ouro em São Francisco. Munida apenas da sua coragem, beleza e inteligência, a jovem está apostada em ditar o seu destino, nem que para tal tenha de lutar contra tudo e todos. A sua rebeldia condena-a à solidão. Mas um dia também ela viverá as emoções de um verdadeiro amor. Um amor que terá de suportar a separação, a guerra e os tormentos do nascimento de uma nova nação. Será no Novo Mundo que Matilda vai aprender o que a sua infância não lhe ensinou: que todos nascem iguais, que a coragem e a generosidade são o que de mais nobre pulsa no coração humano, e que, por mais doloroso que seja, a vida tem de continuar e nunca se deve olhar para trás..."
terça-feira, 26 de abril de 2011
Miguel Ângelo...
... para a oficina de escrita (Prof. Paulo Pereira)
Toca-me! Diz-me como és, de que és feito, de onde vens. Como te chamas? Porquê eu? Que me queres?
Consigo olhar-te nos olhos e saber o que sentes. Esse anjo preso a ti, não percebe porque me escolheste ou tem medo de mim? Sinto o teu dedo, sinto o calor da tua pele, mas não te consigo sentir a ti, a ti como um todo, a ti como um ser como eu, a ti proveniente do calor de um ventre, de um lufo de ar frio repentino, cortante, gelado, do amor de um beijo nas faces rosadas vistas pela primeira vez, do colo de uma mãe que independentemente do que fizeres e do que fores, amar-te-á para sempre, não te sinto como algo que eu consiga alcançar.
Oh! Onde estão os meus modos? Permita-me perguntar-lhe se me autoriza a tratá-lo por tu? Segunda pessoa do singular que nos coloca num nível hierarquicamente semelhante e nos posiciona numa balança apenas ligeiramente desequilibrada. Não que queira parecer-me consigo ou ser igual a si, não que queira posicionar-me no seu lugar e obter as suas responsabilidades tomando partido daquilo que a mente me disser, interpretando, segundo a minha vontade, aquilo que os meus órgãos exteroceptivos levarem até ao meu cérebro, ignorando o politicamente correcto, fazendo das normas morais não a minha primeira regra mas aquilo que me diferencia de todos os outros.
Vi-o descer, sentado ligeiramente inclinado, nessa nuvem, olhar calorosamente frio, corpo hirto, músculos definidos numa posição de desconforto e tensão corporal dando a imagem de ser alguém grande, teoricamente enorme, austero e complicado de atingir. Inundou os meus sonhos com esse anjo de expressão ambígua de medo ou contra-vontade, que me olhava desajeitado de uma maneira quase feroz, transmitindo o ódio. Ou seria o pânico? Nesse sonho, em que me assemelhava a Adônis, de corpo quase perfeito e alma limpa transmissora de uma grande capacidade derivada das ciências sociais e da inteligência intra e interpessoal inundando o verde seco que me rodeava transformando-o em reluzente. Reluzente como o meu olhar e como o circulo de luz ofuscante em torno dessa nuvem que te transportava. Perdão, que o transportava.
Quando o teu… seu dedo tocou o meu, senti que podia ser como eu. Um ser mitológico tão parecido á realidade, tão próximo de mim, tão feito do mesmo material do que eu.
Não é verdade que um ser perfeito como o Humano só poderia ser criado por alguém perfeito, como o rei da mitologia, o teu superior, o teu rei, o nosso Deus? Já o dizia Descartes: “(…) uma vez que encontramos em nós a ideia de um ser totalmente perfeito (…) vemo-nos obrigados a confessar que só a poderíamos ter obtido de um ser perfeitíssimo, quer dizer, de um Deus que verdadeiramente é ou existe, uma vez que não só é manifesto pela luz natural que o nada não pode ser autor do que quer que seja, e o que o mais perfeito não poderia ser uma continuação e dependência do menos perfeito (…)”
Só isso me deixou com a imensa e correcta percepção de que és tão alcançável quanto eu desejar que o sejas, és tão meu quanto eu a ti me entregar, respondes-me tanto quanto eu contigo falar…
“Meu Deus, porque és tão bom! Tenho muita pena de vos ter ofendido, ajudai-me a não tornar a pecar!”
No momento em que senti o teu dedo no meu poisar, foi como se uma fotografia estivesse a tirar; como um quadro que mais tarde teria enumeras interpretações e uma delas, escrita por alguém que te veria como um Deus, como o Meu Deus. Fotografia, essa que um dia seria pintada por alguém de nome Miguel Ângelo e tornar-se-ia famosa, não por mim, mas pela magnificência do teu ser, da ideia de que és alcançável, para mim e para todos, desde que queira tocar-te, desde que queira sentir-te.
Toca-me! Diz-me como és, de que és feito, de onde vens. Como te chamas? Porquê eu? Que me queres?
P.S.: já acabei de ler os Maias e o teste de leitura não foi assim tão mau ... Bom regresso às aulas para todos pessoal !
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Porque ...
... nada dura para sempre .
Queria agarrar a tua mão e prometer-te que estaremos juntos até ao limite , num para sempre literal dos contos-de-fadas, onde nenhuma bruxa malvada nos separará , onde o tempo só nos trará felicidade e nunca a perda da capacidade de sentir , onde a proximidade será eterna e nunca conheceremos a distância .
Queria fazer-te promessas sem fim . Prometer-te que seria para sempre a princesinha que conheces agora, que te olharei sempre com olhos de estrela brilhante , que te sorrirei com um sorriso cintilante e te irei perceber faças o que fizeres .
Mas a verdade , meu amor , é que nada é eterno e não existe um para sempre . Hoje conheces-me , amanhã já não . Hoje sabes que eu existo , amanhã passarás por mim e não me reconhecerás. Hoje dás-me beijos apaixonados , eloquentes de ternura e carinho , amanhã virar-me-ás a cara e recordar-me-ás como alguém que te repugna e te enoja .
Serei como uma nuvem ... formada pela imensidão dos teus sentimentos.
"Todo cambia , no es algo nuevo . El mondo gira , el agua corre , la vida vuela . Um gusano cambia a mariposa , una semilla cambia a flor . Y tus "te quiero" cambiaron a "hola" y "adiós" "
Queria agarrar a tua mão e prometer-te que estaremos juntos até ao limite , num para sempre literal dos contos-de-fadas, onde nenhuma bruxa malvada nos separará , onde o tempo só nos trará felicidade e nunca a perda da capacidade de sentir , onde a proximidade será eterna e nunca conheceremos a distância .
Queria fazer-te promessas sem fim . Prometer-te que seria para sempre a princesinha que conheces agora, que te olharei sempre com olhos de estrela brilhante , que te sorrirei com um sorriso cintilante e te irei perceber faças o que fizeres .
Mas a verdade , meu amor , é que nada é eterno e não existe um para sempre . Hoje conheces-me , amanhã já não . Hoje sabes que eu existo , amanhã passarás por mim e não me reconhecerás. Hoje dás-me beijos apaixonados , eloquentes de ternura e carinho , amanhã virar-me-ás a cara e recordar-me-ás como alguém que te repugna e te enoja .
Serei como uma nuvem ... formada pela imensidão dos teus sentimentos.
"Todo cambia , no es algo nuevo . El mondo gira , el agua corre , la vida vuela . Um gusano cambia a mariposa , una semilla cambia a flor . Y tus "te quiero" cambiaron a "hola" y "adiós" "
terça-feira, 12 de abril de 2011
Vida vista de cima
Estou em cima do precipício . Se erro, arrisco-me a cair. Se caio magoo-me e só com muito esforço volto a chegar lá em cima , ao topo e erguer-me nos meus pés, por mim própria. Posso deixar que a força do mar me levante. O mar ! O mar que é tudo aquilo que me rodeia. Posso deixar que seja o mar a encher até voltar a colocar-me lá em cima. Mas assim serei um ser fraco, um ser que não saberá apreciar a vista do cimo do precipício, que não saberá aprender com o esforço, não saberá suportar a dor da luta de voltar a subir.
Uma vez lá em cima, verei o Mundo. O Mundo aos meus olhos, o Mundo aos meus pés, o Mundo onde serei a personagem principal, o Mundo feito por mim com as minhas mãos. Entenderei a paisagem que me rodeia da maneira que a souber interpretar, da maneira que a minha luta me ensinar. Uma vez lá em cima, viverei o que os momentos me proporcionarem, viverei um sonho, viverei uma personagem não interpretada, uma personagem verdadeira, uma personagem que não terá ensaios para ser criada, onde os jogos de confiança acontecem em fracções de segundos e os exercícios de relaxamentos correm com o vento e desaparecem com ele, lá em cima viverei uma vida. O melhor que puder, o melhor que souber. Em cima desse precipício serei eu, eu mesma sem aquilo que os outros desejam que eu seja, sem aquilo que fizeram de mim, sem aquilo que gostariam de ver e eu não dou... lá em cima serei eu ! Apenas eu ... sem corantes nem conservantes. Sem elementos cénicos de decoração, sem ser princesa, sem ser boneca... serei eu mesma e a mesma eu, sem tirar nem pôr . Serei aquilo que eu sou : eu !
Novo look no blog ... espero que gostem :D
Uma vez lá em cima, verei o Mundo. O Mundo aos meus olhos, o Mundo aos meus pés, o Mundo onde serei a personagem principal, o Mundo feito por mim com as minhas mãos. Entenderei a paisagem que me rodeia da maneira que a souber interpretar, da maneira que a minha luta me ensinar. Uma vez lá em cima, viverei o que os momentos me proporcionarem, viverei um sonho, viverei uma personagem não interpretada, uma personagem verdadeira, uma personagem que não terá ensaios para ser criada, onde os jogos de confiança acontecem em fracções de segundos e os exercícios de relaxamentos correm com o vento e desaparecem com ele, lá em cima viverei uma vida. O melhor que puder, o melhor que souber. Em cima desse precipício serei eu, eu mesma sem aquilo que os outros desejam que eu seja, sem aquilo que fizeram de mim, sem aquilo que gostariam de ver e eu não dou... lá em cima serei eu ! Apenas eu ... sem corantes nem conservantes. Sem elementos cénicos de decoração, sem ser princesa, sem ser boneca... serei eu mesma e a mesma eu, sem tirar nem pôr . Serei aquilo que eu sou : eu !
Novo look no blog ... espero que gostem :D
sábado, 9 de abril de 2011
Alguém que não conheço...
... e que me faz bem !
Detesto passar por ti no colégio... porque nunca sei como reagir. Deixas-me nervosa, aceleras a minha respiração, prendes-me o olhar e o peito, deixas o meu estômago pequenino, fazes de mim uma marioneta que consegues controlar à distância, assim como um controlo remoto sem GPS, perdido no nada no meio da multidão. Quando te vejo passar é como se só existíssemos eu e tu. Tudo o resto desaparece e é preciso chamarem-me para que 'acorde' para a realidade. Não te conheço e adoro tudo em ti. Adoro o teu estilo irreverente, adoro as tuas calças de ganga caídas e sem cor com uma camisa e casaco de fato, adoro os teus óculos à aviador, adoro estares sempre a mascar pastilhas elásticas, adoro os teus caracóis, adoro os teus olhos e o teu sorriso, adoro a tua arrogância, adoro estares sempre disponível e interessado em tudo, adoro tudo em ti ... e nem te conheço!
Metes-me medo . Estás em todo o lado. Dentro da sala, nas reuniões, nas rodinhas, na rua, na passadeira, no café, nas festas... em todo o lado ! Estás sempre lá, relativamente perto e demasiadamente longe.
Adoro-te e receio-te ! Jeez... és feito de quê ?
Detesto passar por ti no colégio... porque nunca sei como reagir. Deixas-me nervosa, aceleras a minha respiração, prendes-me o olhar e o peito, deixas o meu estômago pequenino, fazes de mim uma marioneta que consegues controlar à distância, assim como um controlo remoto sem GPS, perdido no nada no meio da multidão. Quando te vejo passar é como se só existíssemos eu e tu. Tudo o resto desaparece e é preciso chamarem-me para que 'acorde' para a realidade. Não te conheço e adoro tudo em ti. Adoro o teu estilo irreverente, adoro as tuas calças de ganga caídas e sem cor com uma camisa e casaco de fato, adoro os teus óculos à aviador, adoro estares sempre a mascar pastilhas elásticas, adoro os teus caracóis, adoro os teus olhos e o teu sorriso, adoro a tua arrogância, adoro estares sempre disponível e interessado em tudo, adoro tudo em ti ... e nem te conheço!
Metes-me medo . Estás em todo o lado. Dentro da sala, nas reuniões, nas rodinhas, na rua, na passadeira, no café, nas festas... em todo o lado ! Estás sempre lá, relativamente perto e demasiadamente longe.
Adoro-te e receio-te ! Jeez... és feito de quê ?
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Mentir !
Nunca me mintas em relação ao teu amor. Nunca me digas que me amas quando no fundo não o sentes e se me amares... deixa-me saber !
Não me escondas esse sentimento que pode definir o futuro das nossas vidas, o rumo dos nossos caminhos, aquilo que seremos e passaremos juntos. Não mo escondas. Não me mintas !
Não me mintas com um olhar depravador, não me mintas sobre um abraço que não virá, não me mintas pela voz com palavras que cortam e não me mintas com a tua linguagem corporal, feroz e agressivamente.
Porque tudo o que disseres ou fizeres será mentira e porque te quero demais para o aceitar ou ver que foi mentira. Por isso não me mintas. Porque cada mentira vinda de ti será uma verdade para mim. E então as tuas verdades serão mentiras e tudo em ti será falso e não te irei conhecer na verdade , irei conhecer apenas a face da mentira. Por isso não me mintas...
Não me escondas esse sentimento que pode definir o futuro das nossas vidas, o rumo dos nossos caminhos, aquilo que seremos e passaremos juntos. Não mo escondas. Não me mintas !
Não me mintas com um olhar depravador, não me mintas sobre um abraço que não virá, não me mintas pela voz com palavras que cortam e não me mintas com a tua linguagem corporal, feroz e agressivamente.
Porque tudo o que disseres ou fizeres será mentira e porque te quero demais para o aceitar ou ver que foi mentira. Por isso não me mintas. Porque cada mentira vinda de ti será uma verdade para mim. E então as tuas verdades serão mentiras e tudo em ti será falso e não te irei conhecer na verdade , irei conhecer apenas a face da mentira. Por isso não me mintas...
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