segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Vamos por partes #2



No post anterior referi as minhas quedas e, modéstia à parte, acho que merecem um post exclusivo só pelo simples facto de que são do mais cómico que há.
É claro que no momento não acho piada nenhuma, até porque me magoo bem magoada. Mas quando passa a dor rio-me que nem uma perdida pelo ridículo da situação.

Eu sei que há pessoas que caem normalmente e elegantemente. Tropeçam numa pedra da calçada, dão uma pequena torcida no pé quando usam saltos, não vêem uma escada ou um degrau e desequilibram-se, escorregam com a chuva, etc, etc, etc... eu também gostava de ser uma dessas pessoas que cai com uma coisa normal e cai sem grande alarido.

Pois acontece que eu não sou uma dessas pessoas (evidentemente. Caso contrário não estaria a escrever isto).
O que se passa é que eu sou aquela pessoa que cai demasiadas vezes, sem motivo aparente, de forma espalhafatosa.
Imaginem um pato a cair... a cair de bico no chão, sem reflexos de proteger qualquer parte do corpo. Assim bem do género que vai a andar e de repente... pum... caiu no chão, por nada.
Essa sou eu!
Um belo pato, desequilibrado que cai frequentemente e por razão nenhuma.
Se filmassem as minhas quedas, juro que eram ótimas para um daqueles programas do tipo "Só Visto!"; "Olhó Video" ou "Gosto Disto".

Já não é novidade nenhuma que eu detesto chuva.
Imaginem-me a correr desalmadamente (cerca de 5 metros) para fugir da chuva, não medir a distância, e ir de cara contra uma parede e cair redonda no chão, com o corpo todo.
Sim, isto aconteceu. No parque de estacionamento de um supermercado lotado.
Ou então, a correr como os bebés, de saltos, numa estrada de paralelos, e cair de cara sem dar conta disso.
Sim, também aconteceu. À porta do centro de saúde.

Ainda por cima eu nem dou conta de que vou a cair. Não tenho a perceção de que estou em queda. Só me apercebo que caí quando já estou no chão. E só me apercebo porque o corpo me dói.
Nem sequer é bonito de se ver... só para rir, mesmo.

Pronto, concluindo, caí na sexta feira, dia 13 de Fevereiro e ainda tenho um hematoma gigante no joelho esquerdo e outro na nádega esquerda e antes de ontem apareceu-me outro no joelho direito... imagine-se!



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Vou-vos contar um segredo:
Eu não sei andar de bicicleta.
Conseguem perceber porquê, certo?

Vamos por partes #1



Debate "Violência nos Afetos"

Lembram-se de vos ter dito que a coisa para o debate não estava bem parada?
Pois, não estava mesmo.

Demorou uma eternidade para finalizarmos os leques dos oradores. Ponto 1.
Estou cansada, zangada e exausta com o facto das pessoas acharem que é giro ter atividades extra-curriculares nos currículos e depois deixarem o trabalho todo para as mesmas pessoas. Ponto 2.
A população, em geral, em vez de se preocupar com o bem-estar da humanidade preocupa-se com o sorriso da Activia nas suas próprias barrigas. Ponto 3.

Expliquem-me se por acaso fica bem no currículo dizer que se faz parte de uma Juventude partidária, mesmo que não se mexa uma palha?
É que eu tenho ambição política, mas estou farta e cansada de trabalhar sozinha. 
De que me serve ter criado uma das maiores estruturas a nível concelhio e manter uma reputação incrível a nível nacional (no que toca à política, claro) se tenho de fazer tudo sozinha e andar a alimentar egos à custa do meu sangue, suor e lágrimas (literalmente) ?
Digam-me que há dias em que vos apetece estourar com tudo, mesmo aquilo que vos deixa felizes, para eu não me sentir sozinha!

Há muitas coisas que eu não percebo, mas o que me deixa mesmo frustrada e que eu acho completamente incompreensível é, muito provavelmente, o cinismo.
Por que é que as pessoas dizem uma coisa e fazem outra?
Não sou muito apologista daquela máxima do "olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço". De que me serve ser uma excelente oradora se os meus atos dizem que sou uma excelente cabra?
Não consigo perceber - e não me cabe na cabeça - como é que há catequistas/professores (e não só, evidentemente) que passam horas, semanas, meses e anos a ensinar aos seus pupilos a serem bons uns com os outros, mas se negam a ajudar quem quer que seja. E nem estou a falar de pobrezinhos e coitadinhos. Convenhamos... a hipocrisia mata-me!

E pronto...
Depois de todo o stress em ter uma atividade minimamente apresentável, de reunir o leque de oradores, de arranjar tudo do mais chique e politicamente correto que há, o que é que podia faltar?

1 - A má vontade das pessoas, ao retirarem o projetor e o sistema de som, de propósito.
2 - A má vontade de outras tantas pessoas para emprestarem o projetor e o sistema de som.

Graças a Deus, tenho uns tios espetaculares que continuam a salvar-me as costas, vezes atrás de vezes. Qualquer dia fartam-se... espero que esse dia não chegue nunca.

Parece que está tudo finalizado, não é?
Mas claro que não!

Eu. toda chique, elegante e aprumada, que nem uma mulher de negócios com a reputação que tenho tido que nem sei de onde apareceu, de vestido, saltos altos e blazer, cabelo arranjadinho e maquilhagem engraçada. O que é que podia correr mal?
Dar um grande trambolhão, mas daqueles mesmo à maneira, rasgar as meias, sangrar quanto podia, amarrotar-me toda, fazer grande ferida no queixo e no nariz (sim, caí de cara) e apresentar uma palestra super importante toda suja de terra.

Feedback da população, em geral?
 - Foi giríssimo, toda a gente adorou, estavam todos entusiasmados, toda a gente a querer fazer perguntas, melhor coffe break e melhor convívio, parabéns, és espetacular.

O meu feedback?
 - Karma, vai-te embora!

Sangue, suor e lágrimas, lembram-se?
Só faltaram as lágrimas. Essas, fizeram um percurso interno...



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Vamos ignorar...



... que o mês de Fevereiro existiu neste blog.

Perdoem-me pessoas, especialmente o meu ego, porque não cumpri aquilo a que me propus, no início do ano, de publicar incessantemente, nem que fosse para dizer que não tinha nada para dizer.
Aii vida, vida!
O teste continua... e eu sou péssima com avaliações. 

Tenho dito.


http://globomidia.com.br/sites/globomidia.com.br/files/janeiro_0.jpg

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Não interessa


Desculpem não ter nada de interessante para vos dizer e nem sequer estar super animada ou extasiada com alguma coisa, como de costume, mas a verdade é que eu preciso mesmo de uma casa agradável onde ficar e vou andar num reboliço constante até encontrar poiso.

E para além disso, estou a stressar porque quero muito que a atividade de sexta-feira corra bem e não estou a ver a coisa bem parada...

Deus me ajude!



https://scontent-b-mad.xx.fbcdn.net/hphotos-xpf1/v/t1.0-9/14287_727792240669005_2942547501831915799_n.jpg?oh=07f34fcd14b3a05d4aa12880c1f2a2a9&oe=55966149

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Atrás de um grande homem...



... está uma grande mãe!

É claro que o Harry tinha de ir buscar aquele arzinho rebelde e tão "estou-me a lixar para o protocolo" a algum lado. E é claro que a minha maior inspiração a nível feminino é, muito provavelmente, Diana Spencer, a própria. Lady Di, Diana of Cambridge, Princess Diana. Tudo o que quiserem.

Sim, eu tenho uma coisa com o Reino Unido.
Sim, também tenho uma coisa com a família real britânica.
Vai na volta e, numa outra vida, fui uma princesa, em Buckingham ;)

Vi o filme Diana, protagonizado por Naomi Watts
Não revela nada que já não se saiba. É mais que claro que Diana Spencer é perfeita e incrível - eu sei que disse É, mas também sei que ela VAI continuar viva enquanto nos lembrarmos dela e das mensagens que ela fez questão que soubéssemos.
E tenho a certeza absoluta que se o filme tivesse sido feito por um outro realizador, com um outro orçamento e uma melhor escolha artística, teria tido impacto triplo. É fantástico, porém, banal.

Diana Spencer, eu sei que fomos amigas numa outra vida, e haveremos de ser numa próxima.
Também sei que, nesta vida, aprovas o meu relacionamento com o teu mais novo. Envia-lhe um sinal luminoso daí de cima para que ele se lembre, por um eventual acaso, que Portugal é um ótimo País para procurar mulher ;)
Muito agradecida.



http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/foto/0,,11012781-EX,00.jpg

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Encontrei...



... uma das melhores sensações do mundo:

Ler um poema da minha autoria e pensar, com um sorriso:
"Está tão bom!"


Aiii ó pá!!
Já sei que amanhã, se o voltar a ler, já não vou gostar, mas hoje gosto. E sabe bem :D



http://www.tomartv.com/wpress/wp-content/uploads/2015/01/Poesia.jpg

Aqui está...



... um possível Jimmy!

Se alguém mo quiser oferecer, não precisa de embrulhar!
Eu até posso suportar os portes de envio.


http://www.gofugyourself.com/wp-content/uploads/2014/08/AG040566_04.jpg


Harry, Harry, hás-de-me calhar na rifa como presente de Natal.
Pode ser de Páscoa, que está mais próximo!

A Promessa



Porquê, Jimmy, porquê?


A população portuguesa decidiu esgotar os exemplares deste livro e, assim, vi-me obrigada a esperar muito tempo até conseguir arranjar um fundo (doado xD) para ir à Fnac e adquiri-lo só para mim. Parecia uma criança feliz com um chupa-chupa ou a comer chocolate pela primeira vez. Li-o em dois dias.
A única coisa que penso agora que já tive 2 semanas para refletir sobre o que aconteceu no livro:
Porquê, Lesley Pearse, porquê?

Foi a primeira vez que a autora me surpreendeu e não foi muito pela positiva.
Tendo em consideração que este foi o sétimo livro que li dela, fiquei mesmo surpreendida porque achava que iria sempre venerar qualquer tipo de obra da Lesley Pearse.
O livro está fantástico, super fantástico. Primeira Guerra Mundial, super bem detalhada, a escrita incrível que ela tem, as descrições fantásticas, as mortes que nos doem, os amores que nos apaixonam, as personagens que nos encantam, tudo, tudo, tudo. Quasi-perfeito!

E porquê Quasi?

A história prende-se com Belle, a heroína de Sonhos Proibidos. Quando regressa da sua curta, mas longa, jornada de prostituição e objetificação casa-se com Jimmy, um alto, musculado, ruivo, bem-humorado, atencioso, carinhoso, sempre apaixonado, compreensivo, melhor amigo e melhor amante, taberneiro.
Durante a sua jornada em que foi vendida e prostituída, Belle desenvolve uma espécie de paixoneta por Etienne, um homem alto, louro, de olhos azuis, musculado, frio, sempre apaixonado, carinhoso, amigo, leal, corajoso, forte, sofrido, inteligente, traficante de crianças.
Belle e Jimmy casam-se. Etienne, francês, vai a Londres para se certificar de que Belle tinha abandonado a vida de prostituta e se encontrava bem. 
Começa a primeira guerra mundial. Etienne e Jimmy alistam-se nos exércitos Aliados Francês e Britânico, respetivamente. Belle vai trabalhar com a Cruz Vermelha, no apoio aos militares. Encontram-se todos em França. Belle e Etienne têm um caso de uma noite. Há um bombardeamento e Jimmy fica desmembrado (sem uma perna e um braço). Só não morre porque é salvo por Etienne. Belle e Jimmy voltam para Londres. Etienne mantém-se na guerra e é dado como desaparecido em combate, possivelmente morto. Jimmy é frio e sofre de PTSD.

Jimmy não morreu na guerra. Belle e Etienne estão apaixonados. Belle fica com Jimmy porque é mulher dele.
E o que é que autora faz?
Mata-me o homem de Febre Espanhola!

Porquê????
Ele já estava desmembrado, com Stress Pós-Traumático, impotente, a sentir-se menos homem, com a mulher apaixonada por outra pessoa. Não morre de guerra e vai-me morrer de febre?

Por que é que isto me chateia?
Porque foi uma conclusão fácil!
Era óbvio, desde o início, que a Belle e o Etienne iam ficar juntos. A autora não tinha como solucionar a questão Jimmy para além de uma morte. Como morrer na guerra era demasiado cliché, pumbas! Veio outra cena qualquer... neste caso, a febre espanhola!

Porquê, Jimmy??
Se alguém tiver um Jimmy, não retornado, eu voluntario-me para ser sua legítima esposa, ama-lo e respeita-lo, na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, até que a morte nos separe (espero que não por febre espanhola).



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6 regras básicas...



... para um primeiro dia de aulas (im)perfeito.


  1. Aulas às 9h;
  2. Primeira aula - seguimento da cadeira a que chumbaste com sensação de que vais chumbar outra vez;
  3. Muito sono;
  4. Incompetência dos serviços académicos (não é uma novidade);
  5. Iminência de perderes um semestre;
  6. Um dia depois de uma grande mudança que nem sabes se será para melhor, mas que te esforças por ser.

Deus está a pôr-me à prova e eu vou superá-la!!!!
Somos amigos, Deus, não te esqueças ;)



http://www.esoterikha.com/coaching-pnl/img/frases-de-boas-vindas-para-alunos.jpg

9 Dias. 9!


A que é que se deve tamanha ausência, da minha parte, deste espacinho à beira da Internet plantado, durante 9 dias quando me propus a publicar, NO MÍNIMO, uma vez por dia?

Ora nem mais nem menos do que ter descoberto que chumbei a Avaliação Psicológica com 2 valores (em 20) porque o excelentíssimo senhor professor não compreendeu a minha letra!
Say What?
Verdade, verdadinha. Imaginassem vocês o meu choque e choravam por mim.
Eu, gente, eu, chumbei!

E logo depois de ter de voltar a estudar tudo afincadamente e ainda tirar um tempinho para treinar a caligrafia que, ok, admito, é terrível, descobri que o início do semestre era, precisamente, hoje!
O exame de época de recurso foi na sexta...

É claro que aproveitei bem o fim-de-semana, junto dos missionários, em mais uma formação FEC. Mas sono? É muito e tempo para dormir é demasiado pouco para ser verdade.

No entanto, estou de volta!
Coimbra continua linda, o ambiente novo ainda não sei muito bem se gosto, ainda não estou adaptada a toda esta vida meia isolada, mas continuo a ser eu. E, pelo que me parece, vou continuar sempre ;)

É bom estar de volta*



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